
E o peito cheio de dores,
e cheio de amores.
(AFRO)
A sabiá sabia já. A lua só olhou pro sol. A chuva abençoou. O vento diz: ele é feliz. A águia quis saber: por que, pourque, porquois será? O sapo entregou: ele tomou um banho de água fresca no lindo lago do amor. Maravilhosamente clara água, NO LINDO LAGO DO AMOR... (Gonzaguinha, beijo, te amo!)
. Lorenérrima:
Obrigada pelo ombro, obrigada pela mão, pelo abraço, pelo domingo.
Eu te amo, porque tu és um doce de pessoa, um amor.
Égua, eu quero voltar ao tempo.
quero voltar ao tempo só pra rir com esse ser humano MARA ai.
^^
E a Tha isso:
"Descarregar direto pro oco da cabeça. Neurônios descontrolados. É nós e tá ligado. Então deixa cair compacto, que eu só quero ouvir...Compacto sossegado..."
Agora quando eu ouvi essa música só lembrarei de ti! =D
Digo e repito - Não existe tristeza ao lado dessa pessoa.
Te amo *_*
Obrigada por tudo.
Eu quero uma casa no campo
Onde eu possa compor muitos rocks rurais
E tenha somente a certeza
Dos amigos do peito e nada mais
Eu quero uma casa no campo
Onde eu possa ficar do tamanho da paz
E tenha somente a certeza
Dos limites do corpo e nada mais
Eu quero carneiros e cabras pastando
Solenes no meu jardim
Eu quero o silêncio das línguas cansadas
Eu quero a esperança de óculos
E um filho de cuca legal
Eu quero plantar e colher com a mão,
A pimenta e o sal
Eu quero uma casa no campo
Do tamanho ideal, pau a pique e sapê
Onde eu possa plantar meus amigos
Meus discos e livros e nada mais
Eu tive um ex-namorado que dizia que eu parecia com esta figura aí, "La maja desnuda", do Goya.
Um dia, depois de um dos muitos momentos de amor que vivemos (e fizemos), eu estava deitada olhando pra ele mexer no notebook. Eu estava apaixonada, saciada, admirada - "Nossa, quanto amor pode caber na gente!". Ele virou e me viu deitada, o fitando, toda misteriosa. E falou algo como: "Meu Deus, estás igualzinha aquela pintura do Goya!". E eu, super-ignorante, não sabia qual era a figura a que ele se referia. Com toda sinceridade que eu posso ter no mundo, confesso que a única painture do Goya que eu conhecia era a de Saturno comendo o filho dele, que me acompanhou (e chocou) desde que eu era novinha (e com a qual eu não ficaria nada feliz de parecer). Depois de alguns cliques, ele achou a imagem no google e me mostrou. Eu dei um sorriso sincero e sereno. Meu coração tinha se enchido mais ainda de alegria. Tinha transbordado, é verdade. Não me lembro, mas tenho quase certeza que fizemos amor de novo, logo depois disso.
Essa imagem ficou sendo o papel de parede do notebook dele. E toda vez que ele ligava o computador, eu ficava toda-toda. Mas como quase tudo que é bom acaba, o que era doce se acabou. Ontem me deparei com essa imagem, e a história voltou toda à cabeça.
O sentimento, obviamente, já não é mais o mesmo, mas o amor e o tesão que eu senti ao relembrar dessa sucessão de acontecimentos me fez ficar feliz e ter vontade de compartilhar esse episódio.
Yo soy la maja desnuda.
(Completamente desnuda, de corpo e de alma.)