
Pensar em amor me faz tããão bem. Ai, ai... Até pouquinho tempo atrás eu tava toda sofrendinha por causa de alguém que já foi, mas não é mais há muito tempo (só eu não percebia). E eu também falei pra Rose, pro Hugo e pro Max, na parada de bonde, depois de uma noitada daquelas, que o amor é sublime. É que não é possível, minha gente, só se tudo(mas tudo mesmo) estiver errado no mundo é que o amor vai fazer a gente ficar mal! Se está te fazendo mal, não é amor, é doença. O amor faz a gente ficar tão levin, que chega flutua, avoa!
O amor faz carinho no coração, faz cosquinha na alma. O amor faz a gente ficar bem. VIVA O AMOR. Ebaaaaaaaaa! Obrigada, meu Deus, pois o amor não só existe, como está em mim.
Ei! Mas eu amo a todos. E não amo ninguém em específico. Só o que eu quero é sentir o amor dentro de mim, e isso tá acontecendo. Depois de muito quebrar a cara, eu decidi ficar sozinha. Sem sexo, sem ficadas, sem sequer paqueras! Não que eu tenha seguido isso a risca, mas essa minha atitude tem me feito huper-bem. E eu não associo isso a uma pessoa (até porque se eu fizesse isso, ia quebrar de novo a cara e bem feio), mas tenho sentido muito amor. Não conto contigo, conto com o amor que despertaste em mim. Que coisa de doido, bicho!
Pra ficar bem, é só fechar os olhos e lembrar de como foi bom, do meu dedo te acariciando o peito nu. Que coisa. Na verdade, não teve nada demais... Deixa isso pra lá!
Uau! O Amor é esplêndido.
Já sei: Meu novo amor é o Amor.
Te amo muito e para sempre, Amor.
(Uau! Nossa! Oh!)