quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Devagarzinho.

E de pouquinho em pouquinho.
Você vai se diluindo em mim.


(Ou de mim)

Meus beijos.

Meus melhores beijos.
Serão seus.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Percepção.


Daquelas noites sobraram
a água na boca
a boca na água
o sopro na nuca
e a solidão.

Hein?


Como assim, xente?

Céu ambulante.


"Não há nesse mundo o que me bote pra saiiiiiiiiiir daquiiii..."

Soft soul.



A Maria Sophia é filha do meu primo Junior. Quando ela nasceu, a mãe dela tinha 15 anos e o Junior 19. Agora, a Paloma tem 16 e o Junior tem 20.

Cara, ela é linda, uma neném perfeita, super-calminha. A gente se deu bem. Eu não levo lá muito jeito pra cuidar de neném, mas mesmo assim a gente se deu bem. Eu senti que ela gostou de mim. Eu fiz ela dormir duas vezes, uma na rede e outra no meu colo, de noite, quando a gente tava indo pra praça.

Eu fiquei pensando que coisa louca que deve ser ter um filho. A Soft colocava a mãozinha no meu peito, eu ficava balançando ela e cantando pra ver se ela dormia. Ela olhava pra mim, com aquela cara de "Poxa, eu não quero dormir, mas assim eu vou acabar não resistindo!", e acabava dormindo, aquele sono grudadinho comigo de "Não me larga; fica me abraçando, tá?!"

Que vontade de ter um filho. Ai.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Luiz Fux.

A conclusão do ministro é que “a posse dos denominados quilombolas é garantida pela Constituição Federal até a titulação definitiva, razão pela qual a estratégia processual de mover ações individuais visando à descaracterização do fenômeno étnico não pode merecer o amparo judicial, porquanto empreendida que fosse a demanda multitudinária restaria descortinada a realidade no sentido de que restinga de Marambaia e quilombos representam algo indissociável, como o sol e a luz, o corpo e a alma”.

http://www.stj.gov.br/portal_stj/publicacao/engine.wsp?tmp.area=398&tmp.texto=94981

Um dia talvez eu queira ser poeta da Justiça.
Juspoeta. :)