Gente, devido a problemas técnicos nesta porcaria deste blog (hoho), eu fiz um novo blog. Esse aqui voltou a funcionar, mas decidi deixá-lo pra trás, e começar uma vida nova. HEHE. Tá aqui: http://www.bemqueviu.wordpress.com/
À propósito, feliz ano-novo pra todos. Muita paz e bem. Muita saúde, muito sucesso, muita união. Muito amor. Deus abençoe todos nós. Beijos e até mais.
sábado, 2 de janeiro de 2010
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
Caralho.

Well it's been a long time, long time now
Since I've seen you smile
And I'll gamble away my fright
And I'll gamble away my time
And in a year, a year or so
This will slip into the sea
Well it's been a long time, long time now
Since I've seen you smile
Nobody raise your voices
Just another night in Nantes
Nobody raise your voices
Just another night in Nantes
Eu realmente não acredito que possa haver algo mais apropriado.
E eu sinceramente não consigo entender como a felicidade e a tristeza são coisas tão parecidas num momento como esse. O natal, eu, você, essas chuvas, Beirut, as contradições da vida. Um som.
Beleza.
-Aquela feiosa!
-Ela não é feia, deixa de ser injusta.
-É sim!
-Não, ela não é feia. Ela só não é bonitona assim assado.
-Ela não é feia, deixa de ser injusta.
-É sim!
-Não, ela não é feia. Ela só não é bonitona assim assado.
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Ah, poxa.
Égua, eu tô muito feliz. Eu vivo com medo, inclusive quando eu tô feliz, porque quando eu tô feliz eu fico com medo de desficar feliz. Mas mesmo assim eu tô muito feliz. Égua, eu tô muito feliz, muito. Caralho, que sensação maravilhosa. Obrigada, meu Deus, eu te amo.
Hoy.
Aniversário do Lauro. Vamos comprar um Sinuelo, um São Pedro, uma Cantina, Um Moet Chandon. Muá!
(Amanhã, mais histórias, se Deus quiser. Ru!)
(Amanhã, mais histórias, se Deus quiser. Ru!)
Uma madrugada.
HOHO. Ontem eu e Maruzo vivemos mais uma das aventuras da nossa vida.
Tudo começou no show da Leci Brandão.

Tinha tudo pra ser uma merda, porque quando a gente chegou lá tava tendo show do Nosso Tom, e tinha umas pessoas MUITO estranhas por lá, aquela sorte de pessoas que costumamos denominar pagodeiros. Tá, o clima tava estranho, a gente disse que ia embora cedo, mas acabamos ficando até o final. Foi bem legal, a gente riu e SAMBOU (hahahha) muito.
Nós fomos embora do show, já era bem tarde, quase 00:30. Eu vi um quarenta horas passar do outro lado da rua, mas mesmo assim teimei que ainda tinha um. Pegamos um bonde pra Br, onde passam os microbondes e a vans. Que nada! Esperamos, esperamos e naaaaada. Lá pelas 2 da madruga, resolvemos ir pro Líder 24h que fica ali perto.
Chegamos lá e fomos pra praça de alimentação.

Cara, vocês não estão entendendo o quanto aquele lugar estava imundo. Tava MUITO sujo, absurdamente sujo. Nós ficamos meio abismados, de tão sujo que tava o chão. Nem o Veropa, mana, é tão sujo! Acabamos concluindo que aquilo fazia parte de uma intervenção artística, cuja mensagem era de que ninguém consegue viver no meio do lixo e blá-blá-blá. Decidimos colaborar com ela, e jogamos algumas coisas no chão. Depois veio o faxineiro e nós descobrimos que não era nada daquilo, e que realmente um bando de porco tinha saído do chiqueiro e ido direto pro Líder fazer compras e lanchar. GRRRRRRRRRRRRRR. Quando a gente tava quase desmaiando de sono, e o faxineiro tava chegando perto da nossa mesa, convidei o Maruzo pra uma voltinha. Aí já viu!
Tocamos umas músicas.

Jogamos video-game. (Ah, eu passei de fase! HOOOoo!)

Encontramos dvds ideais pra gente:

Experimentamos alguns acessórios:

Cara, mas o que a gente mais fez foi dançar. Ah, também desfilamos e fizemos a social. E, tipo, os funcionários queriam matar a gente. Mas não puderam. RÁ!
Quase 5 da manhã fomos lá pra frente esperar o bonde. Ficamos falando mais merda, besteira, cocô e bosta. Só sei que chegamos aqui em casa antes da seis, ou seja, nem vimos o dia amanhecer. Ou seja, a gente não amanheceu. Gr. Hehe.
Agora o Maruzo já foi embora daqui de casa e hoje a noite a gente se aventura pela última vez por esses tempos, porque hoje é último dia de show lá no Hangar, Teatro Mágico. HEHE. (Tipo dormi pro som, e dormi porque tô com sono.)

Por fim, essa mensagem em cima dos cadáveres lá no Líder. Barra medo!
Tudo começou no show da Leci Brandão.
Tinha tudo pra ser uma merda, porque quando a gente chegou lá tava tendo show do Nosso Tom, e tinha umas pessoas MUITO estranhas por lá, aquela sorte de pessoas que costumamos denominar pagodeiros. Tá, o clima tava estranho, a gente disse que ia embora cedo, mas acabamos ficando até o final. Foi bem legal, a gente riu e SAMBOU (hahahha) muito.
Nós fomos embora do show, já era bem tarde, quase 00:30. Eu vi um quarenta horas passar do outro lado da rua, mas mesmo assim teimei que ainda tinha um. Pegamos um bonde pra Br, onde passam os microbondes e a vans. Que nada! Esperamos, esperamos e naaaaada. Lá pelas 2 da madruga, resolvemos ir pro Líder 24h que fica ali perto.
Chegamos lá e fomos pra praça de alimentação.
Cara, vocês não estão entendendo o quanto aquele lugar estava imundo. Tava MUITO sujo, absurdamente sujo. Nós ficamos meio abismados, de tão sujo que tava o chão. Nem o Veropa, mana, é tão sujo! Acabamos concluindo que aquilo fazia parte de uma intervenção artística, cuja mensagem era de que ninguém consegue viver no meio do lixo e blá-blá-blá. Decidimos colaborar com ela, e jogamos algumas coisas no chão. Depois veio o faxineiro e nós descobrimos que não era nada daquilo, e que realmente um bando de porco tinha saído do chiqueiro e ido direto pro Líder fazer compras e lanchar. GRRRRRRRRRRRRRR. Quando a gente tava quase desmaiando de sono, e o faxineiro tava chegando perto da nossa mesa, convidei o Maruzo pra uma voltinha. Aí já viu!
Tocamos umas músicas.
Jogamos video-game. (Ah, eu passei de fase! HOOOoo!)
Encontramos dvds ideais pra gente:
Experimentamos alguns acessórios:
Cara, mas o que a gente mais fez foi dançar. Ah, também desfilamos e fizemos a social. E, tipo, os funcionários queriam matar a gente. Mas não puderam. RÁ!
Quase 5 da manhã fomos lá pra frente esperar o bonde. Ficamos falando mais merda, besteira, cocô e bosta. Só sei que chegamos aqui em casa antes da seis, ou seja, nem vimos o dia amanhecer. Ou seja, a gente não amanheceu. Gr. Hehe.
Agora o Maruzo já foi embora daqui de casa e hoje a noite a gente se aventura pela última vez por esses tempos, porque hoje é último dia de show lá no Hangar, Teatro Mágico. HEHE. (Tipo dormi pro som, e dormi porque tô com sono.)
Por fim, essa mensagem em cima dos cadáveres lá no Líder. Barra medo!
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Pandeiro.
Chegay agoniada, agoniadona em casa. Muito agoniada. Aproveitei que todo mundo saiu e pegay meu pandeiro. Comecei a batucar e percebi que eu tô MUITO, MAS MUITO MESMO, enferrujada. Continuei agoniada, sem conseguir acertar o tom. Fui pegar meu caderno. "Vou estudar AGORA!" Tocou meu celular. Vou ouvir outra pessoa tocar pandeiro, tchau.
Ei, dor.
Eu não te escuto mais.
Você não me leva a nada.
Agora, você, felicidade, me leva a tantos lugares. Lugares que eu nem imaginava conhecer.
Você não me leva a nada.
Agora, você, felicidade, me leva a tantos lugares. Lugares que eu nem imaginava conhecer.
Ar.
Mais ar, quero respirar esses novos ares. Pirar. E que venha 2010, e que venha você. Ou outro. Ar.
Maru.
Esse papo já tá qualquer coisa
Você já tá pra lá de Marran
Keche
Mexe
Qualquer coisa dentro, doida
Já qualquer coisa doida
Dentro mexe
Não se avexe não
Baião de dois
Deixe de manha,
'xe de manha, pois
Sem essa aranha!
Sem essa aranha!
Sem essa, aranha!
Nem a sanha arranha o carro
Nem o sarro arranha a Spanã
Meça: Tamanha!
Meça: Tamanha!
Esse papo seu já tá de manhã.
Berro pelo aterro
Pelo desterro
Berro por seu berro
Pelo seu erro
Quero que você ganhe
Que você apanhe.
Sou o seu bezerro
Gritando mamãe.
Esse papo meu tá de qualquer
coisa
E você tá pra lá de Teerã
Eu tava ouvindo essa música agorinhazinha e lembrei do Maruzo, não sei porque. Acho que por causa da palavra "coisa". Haha. Maruzo, só uma coisa: te amo e obrigada por tudo. E te muda, porque mesmo a tua casa sendo blindada, eu tenho medo. HEHE E eu não vou comer animais. Ponto.
Onhonhonhonho.
Trocando em miúdos.
Blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá...
Trocando em miúdos, esse frio na barriga vai acabar comigo!
Trocando em miúdos, esse frio na barriga vai acabar comigo!
sábado, 19 de dezembro de 2009
O que será?

Nosso amor não deu certo
Gargalhadas e lágrimas
De perto fomos quase nada
Tipo de amor que não pode dar certo
na luz da manhã
E desperdiçamos os blues do Djavan
Demasiadas palavras
Fraco impulso da vida
Travada a mente na ideologia
E o corpo não agia como se o coração
tivesse antes que optar
Entre o inseto e o inseticida
Não me queixo
Eu não soube te amar
Mas não deixo
De querer conquistar
Uma coisa qualquer em você
O que será ?
Como nunca se mostra
O outro lado da lua
Eu desejo viajar
No outro lado da sua
Meu coração galinha de leão
Não quer mais amarrar frustração
O eclipse oculto na luz do verão
Mas bem que nós fomos muito felizes
Só durante o prelúdio
Gargalhadas e lágrimas
Até irmos pra o estúdio
Mas na hora da cama
Nada pintou direito é minha cara falar
Não sou proveito sou pura fama
Não me queixo
Nada tem que dar certo
Nosso amor é bonito
Só não disse ao que veio
Atrasado e aflito
E paramos no meio
Sem saber os desejos aonde é que iam dar
E aquele projeto ainda está no ar
Não quero que você
Fique fera comigo
Quero ser seu amor
Quero ser seu amigo
Quero que tudo saia
Como o som do Tim Maia
Sem grilos de mim
Sem desespero sem tédio sem fim
Não me queixo
Viola.
Ontem eu lembrei - do nada - da música "Ainda é cedo". Foi uma lembrança triste e melancólica, meu coração ficou apertadinho. Saí de casa, fui viver minha vida, ir à psicóloga, comer uma coxinha no japa do Veropa, dar uma paradinha na Estação pra ver o pôr-do-sol, depois fui pra federal primeiro ler uns artigos que eu tava a fim de ler e depois dançar um bregoso no forró. Era o último forró do ano e o forró de 30 anos do Caco, Centro Acadêmico de Comunicação. Tava bem bacana, e eu me diverti à beça, dançando brega, tomando umas brejas, falando besteira e rindo da/com a galera toda. Fazia tempo que eu não curtia o forró, mas ontem realmente foi muito legal. Quando acabou, a gente foi pro Caco dormir. Quer dizer, eu mais três ficamos lá fora conversando sobre coisas da vida e bebendo. Tinha um cara muito chato lá com a gente, um noieiro doido que ficou estragando umas músicas do Melodia, quando as tentava tocar no violão. Aí um carinha, um jovem-adolescente-calouro, pegou o violão e começou a tocar. A primeira música que ele tocou foi "Ainda é cedo". Eu fiquei incrivelmente alegre com aquilo.
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Notícia.
"Uma menina me ensinou quase tudo que eu sei. Era quase escravidão, mas ela me tratava como um rei. Ela fazia muitos planos, e eu queria estar ali, sempre ao lado dela. Eu não tinha aonde ir! E eu dizia 'Ainda é cedo, cedo, cedo...'(...) Ela me disse 'Eu não sei mais o que eu sinto por você, vamos dar um tempo, um outro dia a gente se vê.' E eu dizia 'Ainda é cedo!'..."
Bateu uma tristeza agora.
Bateu uma tristeza agora.
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